14 de abril de 2007
    Google Compra DoubleClick por $3.1 Biliões

DoublegoogleGoogle chegou acordo hoje para adquirir DoubleClick, a empresa on-line de publicidade, a duas empresas privadas de capital por $3.1 biliões em cash, as mesmas anunciaram - um valor perto do dobro dos $1.65 biliões em stock que Google pagou por YouTube no final do ano passado.

A venda proporciona a Google o acesso ao software de publicidade da DoubleClick e provavelment, ainda mais importante, acesso às relações com Web publishers, anunciantes e agências de publicidade.

Google adiciona agora à sua capacidade de gerar rendimentos de search e anúncios contextuais de texto, a capacidade de colocar publicidade em anúncios on-line em sites como o MySpace, América Online entre outros com software próprio para ajudar a maximizar o retorno dos anunciantes.

A venda encerra semanas de uma intensa concorrência entre a Microsoft e Google para comprar a DoubleClick. A Microsoft tem tentado desesperadamente apanhar Google no negócio de publicidade on-line, sendo que esta perda em especifico é um enorme desaire para a Microsoft.

“Afastando a Microsoft da DoubleClick vale biliões a Google,” explicou um analista com RBC Capital Markets.

Mais informações em NY Times

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10 de janeiro de 2007
    Too much BAD information

Segundo um estudo a gestores intermédios nos Estados Unidos e Reino Unido, mais que metade da informação que recolhem para auxiliar a sua função e que passaram um tempo considerável a recolher, vale pouco ou nada.

Grande surpresa? Não claro. Torna-se essencial então envolver o departamento informático da empresa na resolução e não o típico apoio técnico à impressora que não imprime porque… esta desligada. A partilha de toda a informação e de forma eficaz é fundamental para enfrentar o mercado que por si já apresenta suficientes desafios.

Useless

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4 de julho de 2006
    customer experience evaluation platform

Ceep Com os dados correctos, departamentos de marketing e de design poderão desempenhar a sua função de uma forma mais eficaz proporcionando assim um produto e/ou serviço de elevado valor diferenciando-se da concorrência.

Métodos de pesquisa na área de experiências integradas do consumidor são ferramentas criticas para que a empresa ganhe consumidores de alto valor e que mantenham uma percentagem alta de retenção de clientes.

Correspondendo às necessidades do Mercado

Sites de Internet foram inicialmente desenhados com o objectivo das empresas terem uma “presença on-line”. Mas, são poucas as que já se aperceberam do valor real da Internet, da nova revolução de informação criando um novo formato de media – Social Media.

Estudos de mercado continuam a apostar em métodos tradicionais mesmo quando a comunicação muda drasticamente de media gatekeepers (protectores de informação) inerentes aos principais grupos de media para consumer generated content (conteúdo fornecido pelo publico) através de sites inovadores tais como digg.com onde o publico é que sugere a noticia e decide a sua importância e/ou relevância.

Imagine então uma plataforma on-line de uma comunidade até 400 pessoas escolhidas numa base predefinida (target) disponibilizando-se durante um período de tempo (uma semana, um mês ou até um ano consoante a motivação criada para manter um nível elevado de interesse) para responder a questionários; participar em sessões moderadas de chat; brainstorming e recolha de informação sobre o produto e/ou serviço em questão.

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    long tail - Amazon style

Amazon_logo_1 Recomendações utilizadas pela Amazon alteraram o tradicional ciclo do produto. O software da livraria on-line grava modelos de comportamento de consumidor e sugere a leitores que leram um item específico que iriam gostar de ler outro item específico. A aceitação de sugestões por um maior número de leitores implica que mais perto fique de nichos de mercado.

Amazon criou o fenómeno Touching the Void combinando um infinito espaço de armazenamento com informação em tempo real sobre tendências de compra e opinião pública. O resultado: um aumento na procura para um item obscuro. Nichos de mercado estão de volta e desta vez para ficar.

Este exemplo reflecte o poder que o consumidor tem para escolher e recomendar enquanto Amazon “simplesmente” utilizou a tecnologia para dar face ao novo modelo económico. A selecção ilimitada está a revelar verdades sobre o que o consumidor quer e como o quer receber através de um serviço pós serviço.

O consumidor está a mergulhar de forma profunda nos catálogos muito alem do que está disponível no seu espaço físico real da venda a retalho. E quanto mais profundo vão, mais se apercebem que os seus gostos não são tão mainstream como imaginavam através de marketing a produtos pouco alternativos numa cultura limitada a mega sucessos.
 
O passado consistiu de uma relação desajustada entre a oferta e procura como resultado de uma distribuição ineficaz.

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30 de junho de 2006
    real & virtual eXperience

Marketing de Experiências – Real & Virtual

Raramente escolhemos utilizar a nossa vasta experiência e conhecimentos como valor acrescido (sim escolher, pois ainda temos controlo) muitas vezes acabando por optar por reagir em vez de parar, pensar e actuar.

Se assumirmos que as vantagens de empresas pequenas incluem flexibilidade e velocidade para levar produtos & serviços ao mercado, acrescido de inovação (dependendo no nível interno de empreendimento), então deveremos igualmente assumir que brand houses tais como a Procter & Gamble e Unilever deveriam utilizar os enormes recursos internos que dispõem – mas será que isso acontece (não nestes casos mas sim em geral)?

“se a IBM soubesse o que a IBM sabe…”.

Lembra-me da eterna divisão entre vendas & marketing.

“Vendas facturam e marketing gasta…”.

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