27 de agosto de 2007
    Vendas de Vestuário lideram on-line

Após vários inquéritos, concluiu-se que o vestuário é uma das categorias de produtos que  os consumidores preferem comprar em lojas pois gostam de experimentar, tocar e visualizar as suas escolhas.

Mesmo que o marketing experiencial seja uma componente fundamental na experiência de compra do consumidor, os vendedores on-line encontraram formas de reproduzir este efeito. O resultado obtido evidencia que as vendas de vestiário (incluindo acessórios e calçado) tomaram o lugar de hardware / software como a maior categoria de retalho on-line.

Para ultrapassar a resistência do consumidor à compra on-line, os retalhistas responsáveis pela venda de vestuário continuam a explorar a utilização de ferramentas de visualização, serviços personalizados e a adopção de politicas de transporte de mercadorias bem como as de retorno de produtos.

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    Quando o Virtual se torna Real

Por muito que se queira acreditar que podemos viver num mundo virtual, algo acontece que nos relembra a  necessidade de viver num mundo real. Afinal é importante ter uma cara associada a uma "personagem" ou avatar.

Mesmo estando no início do desenvolvimento dos mundos virtuais, os utilizadores do Second Life decidiram reunir-se no mundo "real" para conhecer melhor aqueles com quem mantinham uma relação virtual.

Norberto Nuno de Andrade escreve no Mundo Digital [25 Agosto 2007] que os avatars de Second Life decidiram deixar o anonimato e mostrar ao mundo o seu verdadeiro rosto. Tratou-se do primeiro encontro do "orgulho avatar", ou seja "Second Life Pride" - para aqueles que não utilizam o anonimato para viver os seus segredos que jamais partilharam com a restante comunidade, muito menos com o mundo real - amigos, colegas e família - este é provavelmente o primeiro sinal do que podemos esperar para ver a integração do virtual no real num futuro muito próximo.

Num mundo em que podemos alterar tudo, mesmo tudo, em que não é necessário fazer dietas, vestir à vontade da sociedade e temer a partilha das nossas opiniões, o acto de sair de trás do disfarce e dar a cara àqueles com quem já gozamos de uma relação de algum tempo, requer coragem e honestidade. Afinal somos todos pessoas de carne e osso por de trás de cada alter-ego.

O mundo virtual não deverá, nem poderá ser simplesmente para vivermos uma vida dupla pois vai-nos sempre faltar algo. Algo muito importante que nos distingue do próximo – a nossa personalidade e características, sejam elas físicas ou mentais, que nos distinguem de todos os outros.

Será que caminhamos não para uma sociedade mais perversa que reflecte todos os males do quotidiano, ou estamos de facto perante uma viragem abolindo as barreiras criadas que nos tornaram politicamente correctos, repletos de atitudes hipócritas e menos verdadeiras?

Nunca acreditei que a sociedade se estivesse a deteriorar. Que esta nova geração era pior que as anteriores. Na realidade temos que aprender a lidar com o excesso de informação que cada vez mais é controlado pela estrutura social. Os tabus não irão resistir e, a pouco e pouco, iremos viver de forma mais transparente e honesta, o que é assustador, dado que nem todos lidam bem com os seus medos interiores.

Um passo importante para os milhões que sentem a necessidade de viver vidas duplas, escondendo-se por trás de perfis enganosos, avatars "perfeitos" e o ecrã de x polegadas. Bem-vindo ao novo mundo imperfeito

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29 de março de 2007
    Vicio da Tecnologia?

O aumento na dependência de tecnologia 

AddictO crescimento exponencial aparente em tecnologia portátil tem levantado questões referentes ao medo de se ficar viciado e submerso nas novas tecnologias e o uso do mesmo. Uma enorme consequência de este fenómeno é a linha entre trabalho e lazer torna-se muito mais desfocado, sendo que o e-mail e telemóvel fornecem uma ligação de 24 horas entre empresa e funcionário.

Peritos acreditam que até o próprio processo de tomar decisões da pessoa em comum pode ser afectada de forma adversa. Todavia, outros pensam que o bombardeamento de vários tipos de comunicação podem engrandecer a aptidão do cérebro no processamento de informação.

Sintomas de Dependência

Nada Kakabadse, um Professor da Northampton Business School acredita que “O seu discernimento é debilitado. O processo de tomar decisões é igualmente reduzido. É de certa forma equivalente à perda da capacidade global de julgar, sendo que em vez de entrar pela porta vai contra a mesma. Acaba por ter uma maior probabilidade de ter um acidente quando conduz.”

Prof Kakabadse adiciona: "É um vício de tecnologia portátil que leva consigo praticamente para a cama, cinema, teatro ou até um jantar fora. Os sintomas revelam-se tal como qualquer outro vicio onde as pessoas acabam por passar mais tempo com tecnologia do que com a família ou a socializar."

O crescimento na importância desta questão foi destacada num agrupamento em Geneva, Switzerland, para a LIFT 07 Technology Conference. Uma das conclusões alcançadas pelos especialistas foi que o “sobrecarregamento tecnológico” é o preço que se acaba por pagar, onde a linha entre trabalho e lazer tornou-se desfocado. Será então da responsabilidade do indivíduo para colocar prioridades.

Por outro lado (pois existe sempre) existe provas que o bombardeamento de informação de todas as direcções é actualmente benéfico. O Professor Fred Mast, da University of Lausanne, acredita que "podemos até ficar sobrecarregados mas até isso acaba por depender na situação, sendo que não devemos subestimar a capacidade do nosso cérebro para se adaptar a novos desafios.”

Ele continua, “estudos já demonstraram que as pessoas têm a capacidade de aumentar as suas capacidades cognitivas que acaba por ajudar a melhora a sua capacidade de interpretar mais informação em simultâneo. O seu desempenho até se transfere para outras tarefas.” 

Especialistas têm igualmente registado como diferentes tipos de tecnologia tem desenvolvido a própria etiquete da pessoa em questão. E-mail tem uma tendência de se apresentar como uma forma de comunicação mais formal. Por exemplo, um e-mail pode esperar dois dias antes de necessitar uma resposta enquanto o mesmo não se pode dizer por mensagens de texto que necessita de uma resposta imediata.

Stefana Broadbent da Swisscom explica que o "e-mail é considerado o meio mais formal. No outro lado do espectro SMS é universalmente aceite como o mais pessoal.” A própria limitação de número de caracteres disponíveis para cada mensagem exige um maior conhecimento e cumplicidade com o destinatário”

Como [quase] tudo, a questão de demasiada utilização de tecnologia prende-se com a própria pessoa e a sua capacidade de manter um equilíbrio entre novas tecnologias e as suas responsabilidades no dia-a-dia – prioridades.

BBC 2 Março 2007

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10 de janeiro de 2007
    Podzinger

Logobig Podzinger já está a dar que falar pois lançou-se no mercado com uma aplicação que já está a ser aplicada de formas diferentes nomeadamente em search analisando a parte áudio que acompanha vídeos (YouTube é já um exemplo) onde se torna possível procurar nomes de marcas ou termos específicos em vídeos retornando a informação incluindo precisamente onde se encontra a palavra procurada. WOW.

Podzinger já procurava ficheiros de áudio, podcasts por exemplo, ajudando a encontrar podcasts relevantes. PodZinger escreve no seu blog,

"Now besides simply searching on the metadata of the video files, you can search for terms that are actually mentioned inside the audio, allowing for a greater likelihood you will find relevant material. We're also automatically organizing the videos into channels based on the actual content of the video."

Ainda não se sabe até que ponto Podzinger será uma ferramenta essencial para o consumidor mas rapidamente chega-se a conclusão que se irá tornar uma ferramenta perfeita para procurar, por exemplo, opiniões sobre as marcas no universo em crescimento “on steroids” de vídeo – e isto é só o inicio.

Enquanto notícias e entretenimento crescem online através de podcasts, YouTube e blogs sem custo acrescido, será interessante verificar como serviços de monitorização de media tradicional reavaliam o que oferecem como serviço para competir com Podzinger.

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4 de julho de 2006
    next-gen / analise ao consumidor

Nextgen_1 As empresas estão presentemente a tentar compreender como utilizar informações sobre o que seus clientes querem para daí retirarem vantagem – e tão importante como isso, como poderão utilizar essa mesma informação para impedir a mudança de marca para a concorrência sendo que cada vez se torna mais difícil (e importante) manter o ponto de diferenciação. É inevitável que a concorrência se aproxime da marca com mais sucesso.

Assim sendo, é fundamental identificar aplicações Next-Gen (do próximo futuro) que irão providenciar soluções next-generation a problemas que grande parte das empresas ainda nem identificou.

É importante explorar, de uma forma contínua, o desenvolvimento de aplicações novas a serem introduzidos para o mercado desenhadas para dar responder a processos inovadores de negócios. Velocidade é uma prioridade.

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    customer experience evaluation platform

Ceep Com os dados correctos, departamentos de marketing e de design poderão desempenhar a sua função de uma forma mais eficaz proporcionando assim um produto e/ou serviço de elevado valor diferenciando-se da concorrência.

Métodos de pesquisa na área de experiências integradas do consumidor são ferramentas criticas para que a empresa ganhe consumidores de alto valor e que mantenham uma percentagem alta de retenção de clientes.

Correspondendo às necessidades do Mercado

Sites de Internet foram inicialmente desenhados com o objectivo das empresas terem uma “presença on-line”. Mas, são poucas as que já se aperceberam do valor real da Internet, da nova revolução de informação criando um novo formato de media – Social Media.

Estudos de mercado continuam a apostar em métodos tradicionais mesmo quando a comunicação muda drasticamente de media gatekeepers (protectores de informação) inerentes aos principais grupos de media para consumer generated content (conteúdo fornecido pelo publico) através de sites inovadores tais como digg.com onde o publico é que sugere a noticia e decide a sua importância e/ou relevância.

Imagine então uma plataforma on-line de uma comunidade até 400 pessoas escolhidas numa base predefinida (target) disponibilizando-se durante um período de tempo (uma semana, um mês ou até um ano consoante a motivação criada para manter um nível elevado de interesse) para responder a questionários; participar em sessões moderadas de chat; brainstorming e recolha de informação sobre o produto e/ou serviço em questão.

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