19 de março de 2007
    Twitter

TwitterSe está sempre atente a sites como o MySpace, Facebook e Friendster, indo várias vezes por dia ver o que mudou, é seguro assumir que vai ficar viciado(a) com o novo Social Network Twitter.

Twitter.com, criado e gerido pela Obvious Corp, é um Social Network que combina Instant Messaging, Social Networking e comunicação wireless. Membros de Twitter actualizam de forma continua o seu perfil, que por sua vez obviamente actualiza a comunidade, através de mensagens banias que variam de “Estou a almoçar um bife com batatas” a “estou no congresso em Washington – alguém quer jantar?”

É uma nova ferramenta para quem está dependente (ou até viciado) em informação constante e em tempo real seja ela qual for, sendo que a exposição criada a utilizadores é de uma frequência tão elevada que acaba por ser mais outro canal para quem está em marketing de apreciar e analisar.

O buzz criado à volta de Twitter é enorme como se pode constatar através de uma pesquisa em Technorati que revela o site como o sétimo (7) mais procurado nos motores de busca.

Graph

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26 de julho de 2006
    quando adolescentes promovem

Teenslove_1 Comunidades virtuais (social networks) retratam individualidade e relacionamento com outros, onde adolescentes procuram pertencer, descobrir, aceder, exprimir a sua personalidade, reconhecimento, segurança e confiança em si próprios, apreciação e um aumento de conhecimentos. As campanhas de comunicação de marcas, deverão assim, reflectir essas questões – ou seja as necessidades inerentes à audiência.

Adolescentes praticam brand networking nos seus blogs e páginas de perfil, muito deles tornando-se ou reafirmando-se como a pessoa que cria ou pode criar novas tendências ou até uma moda. Querem ser os primeiros a espalhar a novidade sendo que quanto mais humorístico e original a mensagem, maior potencial viral essa mesma irá ter.

Programas de branding têm o potencial de atrair uma audiência ao nível dos milhares e mantê-los activos através de funcionalidades tais como downloads, screensavers, AIM icons, fotografias, áudio e vídeo. A auto-intitulação do poder do consumidor é uma tendência que chegou para ficar onde comunidades virtuais e blogs se tornam plataformas editoriais para os early adopters tornando Word-of-mouth em jornalismo do cidadão, como novo tipo de media, de confiança.

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25 de julho de 2006
    MTV molha os pés...

Logo_flux_1 A MTV já se apercebeu que já não pode mais permanecer como espectador da Arena de Média Social. Mesmo que existam varias questões ainda sem resposta sobre direitos associados ao visionamento de vídeos on-line especialmente em virtude do sucesso do YouTube, a própria MTV decidiu lançar um canal dedicado aos seus utilizadores.

A MTV Flux irá facilitar aos utilizadores o upload de conteúdo através dos seus telemóveis ou pela Internet. Inclui também um sistema de votação do próprio conteúdo da MTV onde as massas decidem para as massas – a continuação da democratização do modelo tradicional de media. Como muitas outras empresas, o objectivo é criar uma experiência única é diferenciadora para o utilizador enquanto se integra um modelo de negócios para assegurar que a mudança de plataforma para visionamento de vídeo é acompanhada pela respectiva transição de retorno financeiro.

Se a MTV Flux for bem sucedida, e todas as indicações de mercado apontam para que seja, o canal de cabo será o primeiro a colocar conteúdo on-line num canal tradicional televisivo. O futuro está então a revelar-se na redefinição do que hoje assumimos como televisão tradicional. O objectivo alvo continua a ser a audiência difícil de conquistar dos 16-24 anos de idade.

ler mais em FT.com
Andrew Edgecliffe-Johnson
July 23, 2006

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    myspace - sempre em festa...

Myspace_1Quando Rupert Murdoch, responsável máximo pela News Corporation, decidiu comprar a comunidade on-line MySpace, não hesitou – $580 milhões foi o suficiente para interferir com as negociações entre a Intermix (antigos detentores de MySpace) e a Viacom (no qual inclui a MTV). Murdoch é a epifania da velha guarda, tipografia para as massas e governante dos céus.

Mas com o tempo apercebeu-se das profundas mudanças que se disseminavam pelo seu Império, sendo que o acréscimo exponencial de comunidades on-line, colocava em risco tudo aquilo que já tinha alcançado.

“A tecnologia está a transferir o poder dos editores, das editoras, do poder instalado e da elite dos média. Agora quem tem o controlo é o povo” afirma Murdoch, “a Internet é a idade de ouro para os média.”

A mudança do antigo modelo cima-para-baixo, um serve para todos, está a ser substituído à velocidade da luz, ou seja da Internet, para entregar à audiência o que quer, quando e onde, e não é fácil de controlar muito menos de aplicar modelos tradicionais de gestão. Um passo errado e as forças de ruptura que construíram a comunidade virar-se-ão contra o feiticeiro.

Descrevem MySpace como uma festa 24/7 com paginas “pimped” (estilizadas pelos próprios utilizadores) fazendo a tão aclamada jovem irreverente MTV parecer serenamente fora de prazo. Os seus principais valores são os que os próprios utilizadores definem como tal e encontrar uma forma de dominar a “besta” trará consequências imprevisíveis. Que frustração que é ter uma comunidade de 90 milhões de utilizadores, 280.000 adicionados por dia, um bilião de page views POR dia e sem estratégia de como conseguir um retorno financeiro digno da audiência atingida. 

Para Rupert Murdoch, uma audiência desta envergadura aglomerada SEM marketing algum, ou seja um site produzido sem custos de conteúdo e divulgado de uma forma viral, é um conceito refrescante para uma pessoa habituada a ter que pagar autênticas fortunas por êxitos tal como as séries Simpsons e 24 bem como para ter um canal de noticias tal como a Fox News.

Assim sendo, o campo de jogo está-se a alterar. A nova ordem tem a ênfase na ligação entre as pessoas, mantendo-as suficientemente ocupadas e motivadas para continuarem a produzir conteúdo para elas próprias enquanto se adiciona funcionalidades acrescentando valor à comunidade. A audiência já não está a observar – estão efectivamente a participar. A festa tem que se manter em “piloto automático” até a combinação vencedora entre autonomia e controlo ser encontrada sem que interfira com a comunidade.

MySpace, como muitas outras comunidades on-line, irá proporcionar os seus “guardiões” a identificar novas tendências, micro-nichos, novas palavras de buzz ou conceitos prometedores, produzindo internamente êxitos que com tempo irão ser substituídos por novos êxitos, tudo entre as paredes virtuais da comunidade.

“A cultura popular tornar-se-á mais popular que alguma vez foi” acrescenta o possível futuro rei dos céus e mundo virtual.

ler mais em Wired Magazine
Spencer Reiss July 2006

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6 de junho de 2006
    photo activation

Este tipo de Programa de Activação da Fotografia traz um enorme valor acrescentado

1. Web Traffic Driver Na maioria das vezes, os fotografados têm que aceder online ao site para fazer download das fotografias, este facto transforma estes programas numa forma sólida de levar mais tráfego ao Web site da marca.

2. Event Traffic Driver Mais importante do que a colocação online das fotografias a marca pode trazer os consumidores para a sua microsite para que a fotografia seja impressa de imediato.
A impressão no local também satisfaz a necessidade do consumidor [target] de gratificação imediata juntamente com a mais valia da recolha de dados. O branding poderá ser adicionado à fotografia com um cupão para uma futura promoção.

3. Construir Relações As fotografias promovem muitas vezes da parte dos consumidores o inicio de uma relação. Levar o consumidor a entrar num site online proporciona uma visão mais alargada do conceito. Esta será mais uma forma dos consumidores estarem em contacto com o evento e vice-versa criando um maior reconhecimento nos eventos.

4. Ferramentas de Pesquisa e Quantificação O sistema de activação das fotografias como sistema complementar de avaliação,  poderá não ser tão detalhado como os dispendiosos trabalhos de market research, mas com um custo bastante mais reduzido podem dar indicações importantíssimas. Ajuda também a que a marca possa fazer o follow-up criando a possibilidade de fazer remarketing ao consumidor.

As opções são incontáveis quando um programa permite à gestão da marca fazer o acompanhamento exacto, pode-se quantificar as fotografias das quais é feito o download, o tráfego no site, o acompanhamento e a difusão viral, o comportamento dos consumidores, as intenções, e muito mais.

As pessoas normalmente perdem algum tempo com prazer para conseguir fotografias. Nada é mais motivador do que a sua própria imagem e os consumidores farão praticamente qualquer coisa para conseguirem a sua fotografia. O mecanismo é simples, mostrar-lhes a fotografia que eles desejam ter e quando clicam para a conseguir um pequeno questionário ou número de opções é mostrada, terão que cumprir este trajecto para a conseguirem. Assim que preencherem o questionário, o download de alta resolução começa. A fotografia será emoldurada pela brand promise.

O sucesso da quantificação das fotos carregadas do site e o seu reporte poderá ser melhorado se conseguirmos chegar aos clientes de eventos anteriores com e-mails que promovam as fotografias grátis no evento e convertê-los em promoção e uma forma de recolha de informação.

5. Geração de Pistas Programas de activação de fotografia oferecem também uma oportunidade única dos consumidores fornecerem pistas que facilmente são aplicadas no terreno. Através de fotografias a marca pode entrar em contacto com um desses consumidores - tendo eles conhecido pessoas nos eventos, eles registam-se e a marca pode continuar a construir a relação marca consumidor.

6. Construção Base Dados Haverá certamente poucas formas melhores para construir uma base de dados perfeitamente balizada em termos de target. Os fotógrafos poderão tirar entre 40 a 45 fotografias por hora. Assim a marca pode facilmente integrar equipas de data-management com equipas de activação de fotografia para assegurar que a captação dos dados está pré-formatada para a base de dados principal da empresa

7. Retail Driver A marca poderá colocar online cupões na página de download de fotografias via Picture Marketing. Estes cupões também poderão ser impressos no verso dos cartões. Outra abordagem será tirar fotografias e fazer pequenos vídeos de consumidores e conduzir os visitantes do site a aceder aos ficheiros e fazer o follow-up enviando o cupão por e-mail – recompensando assim o cliente e mantendo um relacionamento activo marca – cliente.

8. Plataforma Viral É simples e instintiva – cada pessoa que pesquisa ou faz download de uma fotografia enviá-la-á no mínimo a uma pessoa, o que cria por si só a plataforma ideal para a divulgação sob a forma de marketing viral.

9. Incentivo Premium Uma fotografia continua a ser uma das recordações mais relevantes que se poderá receber num evento. O ideal seria o cliente emoldurar a fotografia e colocá-la num sítio de boa visibilidade, se tal não acontecer,  ficará na memória do cliente um contacto de qualidade com a marca.

10. Mais? O vídeo será também uma opção podendo ser instalado um sistema de vídeo para recolher testemunhos permitindo aos consumidores dar um feedback imediato e pessoal sobre o evento, sob um cenário com um backdrop da marca.

11. A melhor parte? É completamente opt-in. Em lugar algum neste processo a marca força a interacção com o seu target. Tira-se a fotografia ao consumidor e o resto é com eles. Eles escolhem ir ao site online, responder a questões, escolhem fazer parte de listas ou registar-se para mais informações – eles fazem o Marketing pela marca ! Isto dá ao consumidor a vivência de um momento especial e diferente enquanto dá à marca uma quantidade de informação útil e fiável.

video? aha... now it gets exciting!

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